• Postado em 31 de março de 2010 | 15:23 1 Comentário

    Justiça Federal impede licenciamento ambiental do Porto das Lages

    A juíza federal Maria Lúcia Gomes, da 3a. Vara, da Seção Judiciária do Amazonas, concedeu liminar em ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal, transformando o Encontro das Águas em monumento natural. A decisão impede o licenciamento ambiental do Porto das Lages.

    Em cumprimento á decisão judicial, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) deverá declarar o tombamento provisório do Encontro das Águas até que seja concluído o procedimento administrativo que tramitra no órgão pra determinar o tombamento definitivo.

    A medida é para impedir que o futuro tombamento do Encontro das Águas, como patrimônio de relevância paisagística, ecológica, arqueológica, paleontológico, turística, científica e cultural, se torne inócuo, caso seja permitida a construção do Porto das Lajes.
     
    A decisão determinou ainda que o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) suspenda o processo de licenciamento ambiental do Porto das Lajes até que o Iphan conclua o processo de tombamento. O Ipaam deverá também impedir que a Lajes Logística S/A, empresa responsável pelo projeto do porto, realize qualquer ato relativo ao licenciamento ou à construção no local, até a conclusão do Iphan.
     
    Empresa e comunidades – De acordo com a decisão judicial, além de não poder dar continuidade ao processo de licenciamento ambiental da obra ou realizar qualquer construção relacionada ao Porto das Lajes, a Lajes Logística S/A não poderá realizar qualquer contato, patrocínio, promoção de eventos, doações e quaisquer outras medidas nas comunidades a serem afetadas com a obra, até o tombamento definitivo do Encontro das Águas.
     
    O impedimento de contato da empresa com as comunidades foi pedido pelo MPF/AM com o objetivo de evitar a continuidade de ações de cooptação, intimidação e até mesmo violência contra membros comunitários, a exemplo de situações identificadas pelo MPF/AM e em investigação pela Polícia Federal.
     
    O descumprimento das determinações judiciais implicará em multa diária de R$ 10 mil. Da decisão, cabe recurso.
     
    Imprimir     Enviar para amigo(a)
  • Postado em 31 de março de 2010 | 12:44 1 Comentário

    Assembleia no Tropical Business promete “pegar fogo”

    Uma assembleia geral dos condôminos do Hotel Tropical Business, programada para a noite de hoje, promete confusão e a lavagem de muita roupa suja. Os proprietários dos apartamentos daquele empreendimento hoteleiro, brigam, há anos, para ter conhecimento dos atos administrativos do condomínio e para trocar a bandeira do hotel.

    Os custos elevadíssimos cobrados pela Rede Tropical de Hotéis para administrar o prédio é uma verdadeira caixa-preta. Os repasses para os poolistas ficam cada vez menores, sem transparência na prestaçao de contas. Por último, a síndica trocou a bandeira do hotel para a desconhecida Rede Atlântica, sem o aval dos proprietários.

    Os proprietários também reclamam que não conseguem ter acesso aos documentos contábeis do condomínio, mesmo quando solicitados judicialmente.

    A assembleia de hoje foi convocada pelos condôminos e promete trazer à baila todos esses fatos entalados na garganta daqueles que compraram apartamentos para ter uma fonte de rendimento, mas que, ao contrário, não conseguem sequer saber dos atos mais elementares em qualquer administração, ou seja, não há transparência nas ações.

    Imprimir     Enviar para amigo(a)
  • Postado em 30 de março de 2010 | 13:00 Nenhum comentário

    Escândalo de Brasília pode chegar ao Amazonas

    Deputados federais ligados ao ex-governador Joaquim Roriz, do Distrito Federal confidenciaram, na semana passada, que o escândalo do mensalão do DEM pode atingir importante parlamentar federal (com mandato) do Amazonas. Segundo a mesma fonte, nos próximos dias novas imagens serão reveladas.

    O ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal Durval Barbosa, principal testemunha do mensalão do DEM , disse nesta terça-feira na CPI que investiga o escândalo que as denúncias que devastaram o governo de José Roberto Arruda ( sem partido, ex-DEM) e atingiram duramente a Câmara Legislativa está apenas começando. Segundo Durval, outros fatos graves ainda vão se tornar públicos.

    Antes de concluir sua participação na CPI, Durval deu um recado aos envolvidos no esquema de corrupção do DF. “Se contrariei algum interesse específico, não tenho culpa. O rolo compressor vem aí. Nem começou. E quem tiver sua culpa que assuma. Muita coisa vai acontecer”, afirmou Barbosa, enigmático, sinalizando que vem bomba por ai.

    Vamos aguardar os próximos capítulos.

    Imprimir     Enviar para amigo(a)
  • Postado em 30 de março de 2010 | 10:01 2 Comentário

    Amazonas terá novo governador a partir de amanhã

    Haverá mudança no comando do governo, a partir de amanhã. Sai Eduardo Braga, entra Omar Aziz. Pelo que se anuncia, não haverá mudança nos rumos do governo. Omar deverá manter todos os programas e obras em andamento. Herdará, também, o secretariado que não será alterado.

    Alguns secretários deixarão suas pastas. José Melo, sai para ser candidato a vice-governador. Gedeão Amorim, deixa a SEDUC para ser candidato a deputado federal. Eron Bezerra, deixa a SEPROR para ser candidato à reeleição ou deputado federal; Sandra Braga – deixa a presidência do CDH para se candidatar na 1ª. Suplência ao senado na chapa encabeçada pelo marido; Monica Melo deixa o DETRAN, para tentar uma cadeira na ALE. Curiosamente, Evilásio Nascimento – irmão do ministro Alfredo Nascimento, que ocupa um cargo de aspone, em nível de secretário de estado, ainda não disse se vai largar o osso.

    Quem quiser ficar, vai ser mantido no cargo. O novo governador não quer que a mudança de comando na chefia do executivo, passe a impressão de que houve mudança de governo. Omar quer passar a imagem de continuidade, apostando na avaliação positiva do governo.

    A transmissão do cargo ocorrerá, amanhã, as 17 horas, perante os deputados estaduais e convidados, no Palácio Rio Negro.

    Depois de 15 anos sendo vice, Omar chega ao comando do Executivo Estadual

    Imprimir     Enviar para amigo(a)
  • Postado em 29 de março de 2010 | 14:15 6 Comentário

    Ouvinte-leitora faz denúncia contra Hospital Santa Júlia

    Prezados Senhores,

    Venho por meio desta, DENUNCIAR o Hospital Santa Julia Ltda, localizado em Manaus/AM, na Av. Ayrão nº 507, Centro, pelos motivos que passo a expor:

    Resido no Rio de Janeiro, conforme informado acima, e meus pais residem em Manaus/AM.

    Ocorre que, precisei vir à Manaus de última hora para acompanhar minha mãe em sua cirurgia de vesícula (por vídeo laparoscopia) ocorrida na última sexta feira (36/03), no Hospital Santa Julia em Manaus, cujo CNPJ não consigo descobrir.

    Causou-me extremo espanto e desespero alguns fatos que passo a narrar.

    O convênio dos meus pais é AMIL, pago por mim há muitos anos e me trouxe muito aborrecimento no processo de autorização da referida cirurgia, pois levei mais de 30 dias para obtê-la, até porque fui informada que o convênio exige que os médicos utilizem a “mesma” cânula em diversas cirurgias.

    Não obstante todas as tentativas de fazer desse processo algo simples para a minha mãe, considerando o fato de que ela é hipertensa e portadora de doença de Parkinson, não obtive sucesso.

    Nossa chegada ao Hospital às 07h00min, conforme orientado pelo centro cetro cirúrgico do Hospital Santa Julia foi em vão, haja vista que minha mãe só foi operada às 12h00min.

    Dentre tantas “surpresas”, a que veio primeiro foi o fato de que, neste hospital, os pacientes são encaminhados para o centro cirúrgico “andando”, apenas com o auxílio de um funcionário do hospital que caminha lado-a-lado com o paciente.

    Chegando ao centro cirúrgico mandaram que minha mãe entrasse numa minúscula sala para se despir e vestir a roupa, sapatilha e touca usada para “efetivamente” entrar no centro cirúrgico. Ocorre que a roupa que minha mãe vestiu foi entregue sem a menor proteção e embalagem. O roupão veio aberto na mãe do funcionário do hospital, que nem luvas usava.

    Apesar de ter ficado junto de minha mãe o tempo todo, até o momento em que ela entrou no centro cirúrgico, não tive a oportunidade de conhecer o Dr. Fabio Oliveira que, segundo consta, “deve” ter operado minha mãe. Em momento algum, antes ou depois da cirurgia, ele veio conversar comigo ou meu pai, para dar-nos uma idéia do que iria acontecer ou, ate mesmo, para apresentar-se.

    Vamos considerar o fato de que minha mãe ficou algumas horas antes da cirurgia, internada na enfermaria 302, onde o banheiro está todo quebrado, a tampa do vaso sanitário está solta, não tem sabão no lavatório e a torneira da pia apresenta um sério vazamento, além disto, as poltronas estão totalmente rasgadas e junto as outras 3 pacientes que estavam ali internadas para procedimentos cirúrgicos distintos estava uma moça com suspeita de virose apresentando um quadro de vômito e febre alta.

    A limpeza do hospital é feita sem material adequado e as faxineiras usam um pano de chão reciclado e DETERGENTE MISTURADO NA ÁGUA E UM POUCO DE DESINFETANTE, segundo me disse uma funcionária do Hospital.

    Depois que minha foi para o centro cirúrgico tentei falar com alguém da equipe médica para que ela fosse transferida para outra enfermaria. Quando consegui ser ouvida por um “assistente” do Dr. Fabio Oliveira, este me respondeu que eu deveria me dirigir ao posto de enfermagem e solicitar a devida transferência. Fiquei indignada, mas não tive alternativa a não ser fazer o que me foi “sugerido”.

    Ainda em compasso de espera de notícias na porta do centro cirúrgico presenciei uma cena estarrecedora. Um funcionário de limpeza do hospital, daqueles que recolhem roupa suja, parou com um carrinho de roupa suja “NA PORTA DO CENTRO CIRURGICO” e ali mesmo retirou “SEM O AUXILIO DE LUVAS E MÁSCARAS AS ROUPAS USADAS NO CENTRO CIRURGICO”.

    Todas as pessoas que estavam na porta do centro cirúrgico naquela hora ficaram desesperadas.

    Após a cirurgia, por volta das 20h00min,  o “instrumentador” foi a única pessoa da equipe médica que veio nos ver para nos cobrar pelos seus serviços a quantia de R$100,00 e depois que recebeu a quantia solicitada, nos deu boa noite e foi embora sem nos deixar nenhum recibo e afirmando que talvez o Dr. Jeancarllo Silva (CRM n° 4969) viria no dia seguinte para fazer os procedimentos de alta.  

    Na enfermaria 303 onde minha mãe ficou após a cirurgia, as poltronas estão no mesmo estado, ou seja, rasgadas, o banheiro também não tem luz e estava com uma cadeira usada para tomar banho, cheia de fezes. Existe, nesta enfermaria, uma lata de lixo com o adesivo “lixo comum” onde são depositados qualquer tipo de lixo e a tampa está quebrada a ponto de termos que usar as mãos para abri-la, o aparelho de ar condicionado está todo quebrado e só desliga na tomada e quando isso é feito saem fagulhas.

    Durante a madrugada as enfermeiras reclamam que estão sobrecarregadas de trabalho e por conta disto atrasam os horários dos medicamentos e quando os acompanhantes vão reclamar, por vezes, ouve-se que se continuarmos reclamando a situação vai ficar pior…

    Cheguei a chamar a enfermeira chefe na sexta feira à noite e fiz todas as reclamações possíveis, inclusive alertando para o fato de que faria esta reclamação para a Anvisa, denunciaria também na CBN Manaus e na TV Amazonas, haja vista que tenho fotos que demonstram o que afirmei acima.

    A higiene neste Hospital é inexistente e falta de tato e de educação da enfermeiras é absurda!

    Cheguei a presenciar uma paciente que havia feito uma cirurgia para retirada do útero e que estava desesperada de dor por que a enfermeira atrasou a medicação dela em uma hora. A solução foi ela sair do quarto e ir até o posto de enfermagem para tomar a medicação.

    Caso haja necessidade, tenho fotos que podem ser enviadas a qualquer momento, para esta respeitável Agência a fim de que possa ser instaurado o procedimento de sindicância ou a fiscalização necessária para apurar os fatos narrados acima.

    Muito obrigada!

    Misanilce Freire de Arruda

     

    Fotografias batidas pelo celular da denunciante mostram as condições do ar-condicionado e das poltronas dos apartamentos

    Imprimir     Enviar para amigo(a)
  • Postado em 28 de março de 2010 | 9:28 6 Comentário

    Braga e a difícil readaptação à vida normal

    Na próxima quarta-feira, Eduardo Braga deixa o comando do governo do Amazonas. Logo ao  amanhecer do dia seguinte, já ex-governador, Braga não terá mais o aparato que lhe cercou nos últimos 7 anos. Motoristas, soldados e oficiais da Policia Militar, batedores para abrir caminhos e liberar o trânsito durante os deslocamentos, assessores para todos os desejos, jatinho etc. É o vazio do poder. A partir de então, passa a ser um simples cidadão mortal, como nós.

    Como é praxe, quem sai do poder viaja imediatamente, para tentar se readaptar a vida normal. Nos aeroportos, ao invés de ter um assessor para tudo, entrará na fila para marcar as passagens, carregará suas proprias malas e fará as coisas mais simples, como tomar um cafezinho no balcão da lanchonete. E o que é pior. Terá que tirar umas moedas do bolso para pagar a conta. Essa quarentena é importante. É um periodo para reaprender a fazer essas coisas que, para nós, são habituais e singelas.

    Braga deixa o poder com prestígio, o suficiente para influenciar o resultado da eleicão que se avizinha. Ao retornar da quarentena, terá que se desencarnar do governo, isto e, não poderá querer ficar mandando no governo como muitos fazem.

    Quando governou, Eduardo Braga o fez na plenitude. Não ouviu conselhos de ninguém, nem pediu orientação de quem quer que seja, muito menos de Omar Aziz.

    Agora é hora de Omar fazer o mesmo. A partir da próxima quarta, ao assumir o governo, terá que assumir com personalidade. Imprimindo estilo próprio sem as influências externas.  Evidentemente, a experiência do antecessor não poderá ser descartada em casos pontuais, sem que isso signifique que o Estado continuará sendo pilotado por Eduardo Braga.

    Imprimir     Enviar para amigo(a)
  • Postado em 28 de março de 2010 | 9:03 Nenhum comentário

    Em Manaus, James Cameron pede que Lula ‘reconsidere’ Belo Monte

    O cineasta James Cameron, diretor de “Avatar”, pediu neste sábado (27) que o governo brasileiro volte a refletir sobre a construção da usina de Belo Monte, no Pará. “Imploro que o presidente Lula reconsidere esta obra”, disse, depois de apontar que a megausina, que deve ser licitada em breve, causará o desvio das águas do Rio Xingu e pode afetar 25 mil moradores locais.

    A jornalistas ele explicou que amigos ambientalistas lhe falaram do projeto, e que pretende ir até a região para conhecer melhor os problemas que o empreendimento pode causar. O cineasta se disse entusiasta de formas alternativas de energia, como a eólica e a solar, embora considere a hidrelétrica também adequada para regiões de menor impacto, como o deserto.

    Cameron participa do Fórum Internacional de Sustentabilidade, encontro de empresários para discutir temas relacionados ao meio ambiente, em Manaus.

    Durante sua fala, ele admitiu que não é ambientalista ou economista para dar recomendações e, em outro momento, ressaltou saber que os brasileiros não simpatizam com a idea de que americanos, que são os maiores poluidores do planeta, lhes digam o que fazer para preservar a natureza. Embora canadense, Cameron reside há décadas nos EUA. 

    Novo filme

    “Avatar”, explicou, diferentemente de “Verdade Inconveniente”, o filme de Al Gore, não pretende munir o expectador com informações sobre as mudanças climáticas e o meio ambiente, mas criar indignação. “Foi criado para trazer uma resposta emocional, visceral”, disse. “Acredito que está na hora de acordarmos e prestarmos atenção no que está acontecendo”.

    Mais uma vez, o diretor rejeitou a possibilidade de rodar uma continuação de “Avatar” na Amazônia brasileira, ou mesmo na Venezuela, como diziam rumores nos últimos dias. Ele ressaltou que o longa foi feito com computação gráfica e que “nem uma folha” que aparece durante a aventura é real.

    O governador do Amazonas, Eduardo Braga, convidou o canadense a produzir um filme no estado, e Cameron não descartou. “Talvez um documentário”, disse.

    Ainda sobre “Avatar 2”, o diretor adiantou que o novo longa deve mostrar, além da floresta, também a vida no oceano de Pandora, o planeta fictício onde a trama da primeira parte se desenvolve.

    Imprimir     Enviar para amigo(a)
  • Postado em 26 de março de 2010 | 19:18 Nenhum comentário

    James Cameron descarta filmar ‘Avatar 2′ na floresta amazônica

    Perguntado sobre a possibilidade de filmar a continuação de “Avatar” na Amazônia, o diretor James Cameron disse nesta sexta-feira (26), em Manaus, que não entraria com uma equipe de filmagem na floresta tropical. “Fizemos o (primeiro) filme em computação gráfica. Filmamos numa sala vazia”, explicou. Ele disse ainda que já considerou misturar imagens reais com animação, mas que rejeitou a idéia porque não quer causar dano à mata.

    Cameron está pela primeira vez no Brasil para participar do Fórum Internacional de Sustentabilidade, que reúne empresários para discutir temas relacionados ao meio ambiente. O cineasta se apresenta no evento neste sábado (27).

    O palestrante desta sexta-feira foi o prêmio Nobel da Paz Al Gore. Questionado sobre o que acha de Cameron filmar “Avatar 2” na Amazônia, Gore brincou: “Por favor!” O ex-vice-presidente dos EUA emendou: “Onde quer que filme, sou a favor (de uma continuação). Nunca gostei tanto de um filme.” Em sua apresentação, Gore defendeu o financiamento da manutenção de florestas, como a amazônica, e elogiou projetos iniciados no Brasil, como o “bolsa floresta”, no Amazonas, que paga a moradores locais para conservarem a mata. “Vender floresta pelo preço da madeira seria como vender chipes de computador pelo valor do silício”, apontou. Gore ressaltou que a Amazônia é um dos fatores que deram ao Brasil uma “voz poderosa” nas negociações climáticas internacionais, como na COP 15, em Copenhague.

    Imprimir     Enviar para amigo(a)