Candidato declarado a senador nas redes sociais, o falso índio Paulo Apurinã acaba de ficar inelegível. O fake foi enquadrado na última sexta-feira, dia 14, como “ficha suja”, depois que a Turma Recursal da Justiça Federal, manteve a condenação por agressão e desacato contra um agente da Polícia Federal e outro do IBAMA.
O falso índio agrediu um policial federal e o agente do IBAMA, quando tentava embarcar no Aeroporto Eduardo Gomes, usando um cocar comprado em feira de artesanato. Ao ser abordado, Paulo Apurinã bradou que tinha lei própria e que ele estava acima da lei dos homens brancos, passando a ofender e agredir fisicamente os funcionários públicos federais.
Na confusão foi detido e conduzido à Superintendência da Polícia Federal. Foi denunciado pelo Ministério Público Federal e condenado. O recurso do falso índio foi improvido pela Turma Recursal.
Após a confusão no aeroporto, a PF instaurou inquérito para investigar a origem do RANI (identidade indígena) do auto-intitulado líder indígena Paulo Apurinã. O inquérito concluiu que o RANI dele, da mãe e outros irmãos são todos falsos.
Veja aqui a sentença condenatória contra o ”líder indígena”:



























