O filme “Invictus”, que acaba de sair de cartaz em Manaus, traz a bela lição de vida de Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul (1994-1999) e herói anti-apartheid. A produção é belíssima. Quem perdeu ainda pode ver em DVD. E fique com a enorme lição de vida, estendida como um bote salva-vidas aos desesperados rapazes do rúgbi sul-africano, que o sustentou de 1962 a 1990, período em que o grande líder ficou numa prisão de cinco metros quadrados, o poema de William Ernest Henley que dá título ao filme:
Invictus
William Ernest Henley/ tradução de Matheus Sukar
Noite à fora que me cobre,
Negra como um breu de ponta a ponta,
Eu agradeço sejam quais forem os deuses
Por minha alma inconquistável/indomável.
Nas garras cruéis da circunstância/contingência
Eu não fiz cara feia nem sequer gritei.
Sob as pauladas da sorte,
Minha cabeça sangra, mas não se baixa/ curva.
Para além deste lugar de raiva e lágrimas,
É iminente o Horror da escuridão,
E o avançar dos anos,
Encontra, e deve me encontrar, sem medo.
Não importa o quão estreito seja o portão,
E o quão carregado de castigo esteja o pergaminho,
Eu sou o mestre de meu destino,
Eu sou o capitão de minha alma.
Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be,
For my unconquerable soul.
In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeoning of chance
My head is bloody, but unbowed.
Beyond this place of wrath and tears,
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years,
Finds, and shall find, me unafraid.
It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll.
I am the master of my fate;
I am the captain of my soul.





9/03/2010 às 15:29
Ótimo filme, excelente Matt damon e soberbo Morgam Freeman!!!!