O bispo da diocese de Montenegro, Dom Paulo De Conto, afirmou que o menino autista de 13 anos poderá receber a primeira eucaristia em Bom Princípio, no Rio Grande do Sul. No entanto, disse que se trata de “processo lento” porque a criança não entende o que acontece a sua volta. No último domingo (17), o garoto foi impedido de comungar por decisão do padre da Paróquia Nossa Senhora da Purificação. A situação revoltou a família e gerou polêmica na cidade de 11,8 mil habitantes.
“Todos nós acolhemos com muito carinho e amor as pessoas com deficiência. É um caminho do Evangelho. No caso em questão, a criança não atinava e o padre resolveu adiar a eucaristia. Nunca foi negado esse direito do menino”, explica ao G1 . “Ele será preparado e receberá a hóstia normalmente. Ainda não há data para isso acontecer, é um processo lento, mas o momento oportuno vai chegar, tenho certeza”, afirma.
Questionado se haverá algum tipo de punição ou se de fato houve falta de bom senso do padre na ocasião, como alega a família do adolescente, o bispo desconversou. “Vou analisar o caso com mais calma para tirar minhas conclusões. Mas não há punição, de forma alguma. Ele não negou o direito da eucaristia, apenas adiou”, ressalta. Dom Paulo De Conto pretende reunir a família e o pároco para desfazer a polêmica criada em torno do assunto.
A família está inconformada com a atitude do sacerdote, que afirma não ter sido movido pelo preconceito. De acordo com a mãe, Maria Silvani Maldaner, de 41 anos, o menino já estava na fila que se formava no interior da igreja quando o pároco disse que não iria deixar o garoto participar do ritual. O sacerdote afirma que o adolescente não estava preparado para entender o sentido da comunhão.
“O padre passou reto por mim e disse que meu filho não faria a primeira comunhão. Mas o guri já estava treinado, ele queria muito isso. Tu sabes o que é ter de segurar a mão de uma criança que ia receber Jesus e não vai por causa de um pároco?”, lamenta a Silvani. O garoto, batizado pela Igreja Católica, participou das aulas de catequese junto com outras crianças na paróquia. A festa para o menino já estava preparada, e cerca de 90 pessoas haviam sido convidadas.
O padre Pedro José Ritter se defende e diz que a Igreja dispensa necessidade do rito da eucaristia em casos como esse. Ele chegou a ensaiar normalmente com o menino uma semana antes da cerimônia, que teria se negado a receber a hóstia. O sacerdote afirma que o adolescente não estava preparado para entender o sentido da comunhão. “Não posso abrir a boca dele com força e largar um pedacinho da hóstia lá dentro. Tem de ser um ato livre e espontâneo”, sustenta.

A decisão de um padre de Bom Princípio, no Rio Grande do Sul causou revolta entre os moradores do município de 11,8 mil habitantes no último domingo (17). O pároco negou a primeira comunhão a um adolescente autista de 13 anos, que receberia a eucaristia juntamente com outras 34 crianças na Paróquia Nossa Senhora da Purificação. A família está inconformada com a atitude do sacerdote, que afirma não ter sido movido pelo preconceito. De acordo com a mãe, Maria Silvani Maldaner, de 41 anos, o menino já estava na fila que se formava no interior da igreja quando o pároco disse que não iria deixar o garoto participar do ritual.
O padre passou reto por mim e disse que meu filho não faria a primeira comunhão. Mas o guri já estava treinado, ele queria muito isso. Tu sabes o que é ter de segurar a mão de uma criança que ia receber Jesus e não vai por causa de um pároco?”, lamenta a Silvani. O garoto, batizado pela Igreja Católica, participou das aulas de catequese junto com outras crianças na paróquia. A festa para o menino já estava preparada, e cerca de 90 pessoas haviam sido convidadas.
O padre Pedro José Ritter se defende e diz que a Igreja dispensa necessidade do rito da eucaristia em casos como esse. Ele chegou a ensaiar normalmente com o menino uma semana antes da cerimônia, que teria se negado a receber a hóstia. O sacerdote afirma que o adolescente não estava preparado para entender o sentido da comunhão. “Não posso abrir a boca dele com força e largar um pedacinho da hóstia lá dentro. Tem de ser um ato livre e espontâneo”, sustenta.
A mãe, muito religiosa, treinou o filho durante quatro meses para a ocasião devido ao grau elevado de autismo sofrido por ele. Mesmo assim não conseguiu fazer o menino aceitar a hóstia durante o ensaio. A atitude do sacerdote, no entanto, segue sendo criticada pela população e gerou um debate nas redes sociais. A situação envolvendo o padre e o garoto autista será analisada pelo bispo da diocese deMontenegro, Dom Paulo de Conto.

Padre alega que menino não está preparado para
assimilar o sentido do ritual (Foto: Alexandre dos
Santos/RBS TV)
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Acho que toda criança autista gosta muito de DVD. O Ruy é obcecado por desenhos em DVD. O que me preocupa é que os desenhos o deixam muito agitado. Com o controle remoto na mão, Ruyzinho fica repetindo a mesma cena centenas de vezes. Ele gosta das cenas agitadas onde a trilha sonora provoca suspense e tensão. Ele fica naquela repetição interminável. Evito sempre que ele fique assim, escondo o controle remoto e, as vezes, tenho que ficar na frente do DVD para impedir que ele faça a repetição manualmente.
Carros 1, 2 e 3, Bambi 1, 2 e 3, O Rei Leão, Toy Story e outros, já foram assistidos 3 milhões de vezes lá em casa. Já sei de cor e salteado todas frases desses filmes.
Outro dia estávamos passeando na Champs Elisées, em Paris, quando, de longe, o Ruyzinho avistou a propaganda do Madagascar 3. Ele saiu puxando o cunhado Hélder Leite, sinalizando que queria chegar perto. A propaganda giratória deixava ele maravilhado. Rapidamente, Ruyzinho se posicionou em frente a placa e ficava girando acompanhando os movimentos. Ao mesmo tempo sinalizava para o pai Ronaldo para bater a foto. Ao final, pediu para ver no visor da máquina a sequência das fotos.
Chegando em Manaus, fui levá-lo para ver o Madacasgar 3, no Manauara Shopping. Com direito a pipocas e coca-cola.

Helder teve que se esforçar para conter o Ruyzinho quando viu a propaganda giratória do Madagascar 3
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Os resultados preliminares de um curso, estudo em grande escala pela Yale School of Medicine mostra que a oxitocina – uma substância produzida naturalmente no cérebro e todo o corpo – função cerebral aumentada em regiões que são conhecidas para processar a informação social em crianças e adolescentes com perturbações do espectro do autismo (ASD).
A Child Yale Estudo equipe de pesquisa do Centro que inclui companheiro postdoctoral Ilanit Gordon e Kevin Pelphrey, o Professor Harris Associado de Psiquiatria Infantil e Psicologia, apresentou os resultados na Reunião Internacional para Pesquisa do Autismo.
“Nossos resultados fornecem os primeiros passos críticos em relação a elaboração de tratamentos mais eficazes para os déficits nucleares no autismo sociais, que podem envolver uma combinação de intervenções clínicas com uma administração de oxitocina”, disse Gordon. “Essa abordagem de tratamento fundamentalmente irá melhorar a nossa compreensão do autismo e seu tratamento.”
Social-comunicativas disfunções são uma característica central do autismo, um distúrbio neurológico que pode ter uma enorme carga emocional e financeira sobre o indivíduo afetado, suas famílias e da sociedade.
Gordon disse que, enquanto uma grande quantidade de progressos no campo da pesquisa do autismo, continua a haver poucos tratamentos eficazes e nenhuma que visam directamente o núcleo disfunção social. A oxitocina foi recentemente alvo de atenção por seu envolvimento na regulação de habilidades sociais devido ao seu papel em muitos aspectos do comportamento social e cognição social em seres humanos e outras espécies.
Para avaliar o impacto da ocitocina sobre a função cerebral, Gordon e sua equipe realizaram um primeiro de seu tipo, duplo-cego, placebo-controlado em crianças e adolescentes de 7 a 18 com ASD. Os membros da equipe deu às crianças uma única dose de oxitocina em um spray nasal e utilizou a ressonância magnética funcional por ressonância magnética para observar o seu efeito.
A equipe descobriu que a oxitocina aumentou ativações em regiões do cérebro conhecidas para processar a informação social. Gordon disse que essas ativações cerebrais foram ligados a tarefas que envolvem múltiplas vias de informação sociais de processamento, tais como ver, ouvir e processar informações relevantes para a compreensão de outras pessoas.
O texto original em inglês foi traduzido pelo google tradutor e pode ser encontrado no site: http://www.medicalnewstoday.com/releases/245597.php
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No carrossel da Eurodisney ao lado da vovó Maria. (o headfone no ouvido é para evitar o incômodo dos ruídos)
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