Ruyzinho está viajando pela Europa com a família. Já esteve em Madrid, onde conheceu o estádio Santiago Bernabeu, do Real Madrid. Pisou no mesmo gramado dos “galáticos”. Em Lisboa, ficou encantando com o Oceanário, o maior aquário da Europa. Vejam algumas fotos:
Montar uma rotina com fotos.
Simular a escovação ajuda muito na prática. Esta boca é bem grande e vende em lojas de produtos odontológios, mas você pode imprimir uma boca da Internet e emplastificar.
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Fonte: http://cronicaautista.blogspot.com.br/2012/05/games-puc-rio.html
Dois estudantes de mestrado do Departamento de Informática do Centro Técnico Científico da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (CTC/PUC-Rio) desenvolveram jogos de computador voltados para o atendimento de crianças e jovens autistas. De forma divertida, lúdica e interativa, estes dois trabalhos apontam para novas formas da informática – no caso, a área de Interação Humano-Computador – contribuírem para a superação das dificuldades que as pessoas com deficiência apresentam; no caso, na compreensão, interação social e fala.
Mesa touchscreen auxilia na interação de jovens - A estudante colombiana Greis Silva, de 26 anos, criou o jogo PAR (peço, ajuda, recebo), instalado em uma mesa touchscreen da própria PUC, que estimula a interação social entre jovens autistas entre 12 e 17 anos. No aplicativo, que pode ser adaptado às necessidades de cada um, o jovem com autismo só consegue desenvolver uma tarefa se tiver ajuda de outra pessoa com a mesma condição, o que o ajuda a compreender a importância de integrar-se com os outros. “Aplicações computacionais desenvolvidas para interfaces multitoque permitem a interação de mais de uma pessoa ao mesmo tempo e podem contribuir de alguma maneira no apoio do tratamento da interação social de usuários autistas”, afirma Greis.
O projeto de mestrado foi iniciado em setembro de 2011, sob a orientação do professor Alberto Raposo, do Departamento de Informática da PUC-Rio, e ganhou forma a partir de uma busca detalhada de informações sobre o autismo. Em seguida, Greis desenvolveu o software e a aplicação no público alvo. Desde o dia 24 de abril, a mesa touchscreen está sendo testada com oito crianças e jovens no Instituto Ann Sullivan (www.institutoannsullivan.org.br), no Rio de Janeiro, especializado no tratamento do autismo. A estudante pretende desenvolver uma segunda versão, mas diz que os melhoramentos necessários só serão identificados após a análise dos resultados obtidos na aplicação da versão atual.
Jogo de computador desenvolve vocabulário de crianças - Com orientação da professora Simone Barbosa, do Departamento de Informática da PUC-Rio, e o auxílio de fonoaudiólogos, psicólogos e mães de algumas crianças, Rafael Cunha, de 32 anos, criou um jogo de computador para desenvolver o vocabulário e ajudar no aprendizado de palavras e imagens para crianças autistas de 5 a 9 anos. Com um visual atraente e a ajuda de um simpático esquilo comandando cerca de 100 itens, elas aprendem a distinguir objetos como talher, colher e garfo, por exemplo. De acordo com as necessidades específicas de cada uma, é possível acrescentar outras palavras.
Segundo Rafael, o interesse em desenvolver o jogo partiu da carência de softwares educacionais apropriados para crianças autistas. “Com eles é possível criar ambientes controlados, interessantes e sem distrações. Essas são consideradas características importantes para o sucesso no tratamento de pessoas com autismo”, declara. Os resultados com os cinco meninos que participaram dos testes foram aprovados pelos pais. De acordo com eles, os filhos aumentaram o vocabulário e melhoraram na questão do foco e da concentração. Rafael conta que o desenvolvimento do conceito do game durou seis meses, e mais três meses de desenvolvimento para chegar uma primeira versão operacional. Ele já pensa em uma nova versão do jogo para iPad, iPhone e dispositivos com Android. A nova versão também contará com mais personagens, cenários e novas palavras. O jogo estará disponível na internet até junho deste ano e ficará hospedado no site [www.jogoseducacionais.com].
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Ethan e seu piano.
Um garotinho autista de seis anos virou sensação na internet com uma versão cover de “Piano Man”, hit de Billy Joel, sucesso em 1973.
Ethan Walmark, de Connecticut, EUA, sofre de um tipo de autismo que faz com que dificulta sua interação social, mas que também o faz ser um prodígio musical.
Seu último vídeo no YouTube foi visto por mais de 640,000 vezes em apenas 5 dias.
O talento de Ethan foi notado por seus pais, Mike and Alison, quando ele tinha quatro anos e aprendeu de ouvido a tocar uma canção dos Beatles no piano.
O casal encoraja seu talento desde então.
“Apenas queremos que nosso filho seja feliz, o que quer que isso signifique pra ele.” Disse seu pai a um jornal local. “Não é mais sobre nos, é sobre ele” finalizou.
Fonte: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/inacreditavel/2012/05/06/299694-garoto-autista-faz
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Pois é! Estudo recente da Universidade de Isfahan, no Irã, analisou os efeitos de 14 semanas de treinamento em técnicas de Kata sobre os comportamentos estereotipados de crianças com transtornos do espectro autista (ASD). O estudo incluiu 30 crianças com ASD com idades entre 5 a 16 anos. A amostra foi dividida em dois grupos, havendo um grupo realizado os exercícios (n = 15) e um grupo controle de não-exercício (n = 15).
Os participantes do grupo de exercícios recebeu instruções sobre as técnicas de Kata quatro vezes por semana durante 14 semanas (56 sessões). As estereotipias foram avaliadas no início (pré-intervenção), na semana 14 (pós-intervenção), e após um mês de acompanhamento nos dois grupos.
Os resultados mostraram que o treinamento em técnicas de Kata reduziu significativamente as estereotipias no grupo de exercícios. Após a participação no treinamento em técnicas de Kata, as estereotipias diminuíram em média 42,54% nos participantes. Curiosamente, após 30 dias sem realizar o treinamento, as estereotipias no grupo de exercício permaneceu reduzida significativamente em comparação com a época pré-intervenção. Os participantes do grupo controle não mostraram alterações significativas nas estereotipias.
Como sabemos, atividades físicas são importantes para todo mundo e as pessoas com autismo também se beneficiam disso. O site “Autismo na Rede” postou recentemente em seu blog um comentário sobre um estudo que demonstrou a eficácia dos chamados “Exergames” sobre as estereotipias do autismo. Agora sabemos que ensinar técnicas de artes marciais para crianças com ASD por um longo período de tempo pode diminuir de modo duradouro os seus comportamentos estereotipados. O que não sabemos é se há algo particular no treino em artes marciais que o torne superior a outras atividades. Além disso, a prática de atividade física não prescinde outras intervenções que objetivem melhorar as dificuldade sociocomunicativas das pessoas com autismo.
Fonte: http://pqinfantil.blogspot.com.br/2012/05/artes-marciais-para-autismo.html
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