• 27 de abril de 2012
    Ensinando ao Ruyzinho as regras da queimada ( jogo )

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  • 27 de abril de 2012
    Tabagismo na gravidez pode aumentar risco de autismo nos bebês Pesquisa, no entanto, identificou relação apenas com certos tipos do transtorno, como a síndrome de Asperger

     

    Mulheres que fumam durante a gravidez correm mais riscos de terem filhos com transtornos do espectro autista, como a síndrome de Asperger, por exemplo. Essa é a conclusão de um estudo que se baseou em dados de mais de 600.000 crianças e que foi desenvolvido por pesquisadores do programa de vigilância em autismo do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), órgão de saúde dos Estados Unidos. Os resultados foram publicados nesta semana no site do periódico Environmental Health Perspectives.

     

    Saiba mais

    AUTISMO
    Distúrbio que afeta a capacidade de comunicação e de estabelecer relações sociais. O autista comporta-se de maneira compulsiva e ritual. O distúrbio, que pode afetar o desenvolvimento normal da inteligência, atinge cinco em cada 10.000 crianças e é de duas a quatro vezes mais frequente no sexo masculino.

    SÍNDROME DE ASPERGER
    Embora o nome seja diferente, não se trata de um transtorno diferente do autismo, mas sim de uma manifestação menos grave do problema. De maneira geral, a criança ou o adulto são bem articulados verbalmente, inteligentes e capazes de agir de maneira mais independente, ao contrário dos sintomas das crianças com autismo.

    “Há tempos já sabemos que o autismo compreende uma série de desordens que prejudicam as habilidades sociais e de comunicação. Agora, o que estamos observando é que alguns transtornos do espectro autista podem ser influenciados mais do que outros por fatores de risco, como o tabagismo na gravidez”, afirma Amy Kalkbrenner, coordenadora do estudo.

    Nessa pesquisa, Kalkbrenner e sua equipe observaram dados de 633.989 crianças nascidas entre 1992 e 1998, sendo que 3.315 foram diagnosticadas com autismo aos oito anos de idade. Ao todo, 13% das mães fumaram durante a gravidez e, entre aquelas cujos filhos foram identificados com o problema, 11% fumaram no período.

    Os pesquisadores observaram que o tabagismo na gestação aumenta as chances de a mulher ter um filho com distúrbios menos graves associados ao autismo, como a síndrome de Asperger, mas não identificaram relação entre cigarro na gravidez e chances de a criança nascer com autismo comum.

    De acordo com Kalkbrenner, como o autismo é muito complexo e envolve diversos fatores, como interação social, genética e ambiente, nenhum trabalho é capaz de explicar todas as causas do distúrbio. “Por isso, o nosso objetivo foi fornecer mais uma peça para esse quebra-cabeça”, diz. “Mesmo assim, nossa pesquisa não dá como certo que o tabagismo é um fator de risco para o autismo, mas sugere a existência de uma associação entre cigarro e alguns tipos do problema”.

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  • 27 de abril de 2012
    Descoberto método para ajudar alunos a ler e escrever

    Uma investigadora do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) descobriu algumas fórmulas simples que, ao serem usadas na sala de aula, podem ajudar os alunos com mais dificuldades a aprender a ler e escrever.
    A docente universitária Ana Cristina Silva coordenou três investigações com alunos, com dificuldades económico-sociais, que frequentavam o primeiro, segundo e quarto anos de escolaridade.
    “A aprendizagem é um processo complexo e temos muitas crianças que enfrentam o insucesso escolar logo no primeiro ciclo. Não nos podemos esquecer que existem crianças que não são acompanhadas em casa pela família e que vão ficando para trás. No entanto, desenvolvemos três estudos de intervenção cientificamente fundamentados que podem prevenir as dificuldades de aprendizagem que vão surgindo”, contou à Lusa a professora.
    Uma das investigações centrou-se num grupo de meninos, sinalizados como tendo falhas na aprendizagem, a quem foi pedido que descobrissem sozinhos algumas regras ortográficas através da apresentação de grupos de palavras.
    Por princípio, num sistema de escrita de base alfabética cada letra deveria representar um som. No entanto, no português, essa regularidade encontra-se poucas vezes. Por exemplo, as letras “m” e do “n” podem ler-se da mesma maneira (como em “campo” e “canto”) e para quem está a aprender esta pode ser uma regra difícil de perceber.
    Os investigadores davam às crianças grupos de palavras e pediam-lhes que descobrissem as parecenças. No final, quando comparado o grupo a quem era exigido que descobrissem as regras com o grupo a quem simplesmente eram ensinadas as normas, percebeu-se que os primeiros estavam mais aptos a escrever e “davam muito menos erros”, revelou Ana Cristina Silva.
    Com os alunos do quarto ano, a equipa de investigadores de ISPA tentou perceber se havia alguma forma de conseguir com um método simples que eles conseguissem melhorar a escrita, nomeadamente as suas composições.
    Assim, a um dos grupos foi entregue várias grelhas com regras que as crianças tinham que seguir quando realizavam os trabalhos enquanto um outro grupo mantinha o ensino normal. No final, Ana Cristina Silva diz que os meninos que tinham o apoio das grelhas escreviam muito melhor e conseguiam, durante a revisão do trabalho, corrigir algumas das suas próprias falhas.
    “Estes são métodos de ensino sem custos para as escolas e que iriam permitir que as crianças com mais dificuldade conseguissem ter melhores resultados, mas a verdade é que não são aplicados nas escolas”, lamentou a doutorada em Psicologia da Educação.
    A docente universitária criticou ainda alguns projetos do Ministério da Educação, como o aumento de alunos por sala de aula, que considera perigoso, uma vez que poderá agravar a qualidade do ensino dos meninos com mais dificuldades, já que “os professores passam a ter ainda mais dificuldade de os conseguir acompanhar”.
    Os projetos da investigadora são apresentados hoje no ISPA durante a conferência “É possível aprender a ler e a escrever com sucesso”.
    Fonte: http://diariodojao.blogspot.com.br/2012/04/descoberto-metodo-para-ajudar-alunos.html

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  • 27 de abril de 2012
    Banda Red Lamb lança videoclipe Puzzle Box

    Fonte: Crônica Autista

    O Red Lamb, nova banda do guitarrista Dan Spitz, ex-Anthrax, lançou o clipe da faixa Puzzle Box em 31 de março. O vídeo fala sobre autismo, que os dois filhos de Spitz possuem. Ambos aparecem em cenas caseiras durante todo o clipe, que foi filmado ao longo de dois meses, em três locações.

    As primeiras cenas foram tomadas durante uma caminhada da organização Autism Speaks, com milhares de pessoas, segundo o site oficial da banda. A segunda locação é a própria casa de Spitz, em que aparecem seus filhos. A terceira é a mansão The Scully Estate, em Long Island, Nova York, que foi construída à semelhança de um castelo francês.

    A banda está engajada na divulgação da consciência sobre o autismo e pede a todos que verifiquem as novas estatísticas norte-americanas sobre a incidência de autismo naquele país que indicam que, de cada 88 crianças nascidas, 1 terá autismo e, de cada 54 meninos, um será autista. A banda quer usar a música para levar a verdade às pessoas.

    A letra de Puzzle Box foi escrita por Spitz em parceria com Dave Mustaine, do Megadeth. Ambos somam, juntos, 15 indicações para o Grammy. A música tem participacões especiais de Chris Vrenna e de Marilyn Manson nos backing vocals. Puzzle Box está no disco de estreia do Red Lamb, lançado no início de 2012.

    O site da banda alerta para o fato de que é preciso ampliar a informação e o conhecimento sobre o autismo, pois não há testes médicos que o diagnostiquem, mas que é necessário reconhecer o mais cedo possível e agir a favor dessas crianças.
    Red Lamb: novo clipe da banda fala sobre o autismo
    http://whiplash.net/materias/news_840/153333-redlamb.html
    http://www.collectorsroom.blogspot.com.br/2012/04/red-lamb-novo-clipe-da-banda-fala-sobre.html

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  • 27 de abril de 2012
    II Curso Internacional de Tratamentos Biomédicos para Autismo e TID

    Fonte: http://www.estouautista.com.br/

     

    II Curso Internacional de Tratamentos Biomédicos para Autismo e outros Transtornos do Desenvolvimento – São Paulo – 13 e 14 de Abril

     

    Por Clara Ferreira para o blog Estou Autista.

    Revelador. É assim que descrevo este curso, como mãe de uma criança que está autista. Ainda estou “digerindo” todas as informações que obtive, de tantas pessoas maravilhosas como Dr. William Shaw, Dr. Luis Alberto Maya Pérez, Dr. Rogério Rita, e Dra. Geórgia Fonseca.

    Ficou claro em todas as palestras que a quantidade de crianças afetadas está aumentando cada vez mais, que realmente é uma epidemia, e que precisamos fazer alguma coisa agora!
    “Nós, pais de crianças dentro do espectro autista, ficamos nos perguntando sempre: “mas o que aconteceu afinal para o meu filho ter esse transtorno?” Principalmente se o caso for de autismo regressivo, em que a criança tem um desenvolvimento normal até certo ponto: senta, anda, fala; e, de repente, começa a regredir, a se desconectar, a se perder de si próprio e do mundo.
    Então vamos lá! Duas coisas me chamaram bastante atenção nesse Curso. De acordo com Dr. William Shaw (dono do Laboratório Great Plains), o uso do medicamento acetominophen / paracetamol, mais conhecido como tylenol, poderia ser um dos fatores para dar o “gatilho genético” que leva ao autismo. Na palestra ele explicou por A + B o porque do acetominophen ser tão prejudicial. É um medicamento altamente tóxico, e as crianças autistas têm dificuldade em eliminar toxinas. E é justamente o medicamento que a maioria dos pediatras receitam antes e depois de todas as vacinas para que a criança “não tenha febre”. Para uma criança que já tem uma predisposição genética ao autismo, isso seria, para Dr. William Shaw, um gatilho, sim.

    correta til

    Ele também contou um caso curioso sobre Cuba ter praticamente ZERO casos de autismo. E após estudos pessoais dele, chegou à conclusão de que além de ser um país com pouca poluição, poucos alimentos industrializados, ou seja, com um ambiente favorável, Cuba não costuma receitar o tylenol para suas crianças. Não existe tylenol para vender nas farmácias, como acontece aqui no Brasil, EUA, e outros lugares do mundo.
    É um caso para se refletir, não acham? Eu tenho refletido muito, pensando em quantas e quantas vezes utilizei o tylenol no meu filho para tudo: vacinas, dor, febre… sempre ele, o tylenol. E me pergunto mais: se eu e meu marido temos essa predisposição genética, pois passamos para o nosso filho, porque esse gatilho não foi ativado conosco? E a resposta vem rapidamente: nossas mães NUNCA utilizaram o paracetamol. Na nossa época era a Dipirona, ou Novalgina.

    O outro ponto que me chamou bastante atenção foi a questão das vacinas com mercúrio. Que o mercúrio é um veneno para o organismo todos sabem, e inclusive os obstetras têm bastante cuidado com alimentos e medicamentos que possam conter mercúrio. Lembro bastante da minha querida obstetra me proibindo de comer salmão, que eu adoro, por causa das altas taxas de mercúrio. O Dr. Luiz Alberto Maya Pérez, mostrou todo o seu estudo acerca das vacinas que as crianças tomam até os 2 anos e a quantidade de mercúrio presente nelas. Gente, as crianças recebem em uma única vacina, o equivalente ao que poderiam receber em um ano inteiro! O mercúrio danifica a estrutura dos neurônios, prejudica os neurotransmissores, e se a criança têm uma predisposição genética para ter deficiência nos neurotransmissores, é claro, na minha opinião, que essas crianças serão afetadas. E daí o gatilho é ativado.
    Então eu me fiz novamente a pergunta: e como foi comigo e com meu marido? Fui atrás dos nossos cartões de vacinação e não achei o meu, apenas do meu marido. Comparei com o do nosso filho e vi que a quantidade de vacinas dadas para o nosso filho praticamente é o dobro. Ou seja, acredito que a quantidade de mercúrio recebida foi menor, ou então, as vacinas de antigamente não continham mercúrio.

    epidemia

    A epidemia está aí, principalmente por causa desses dois fatores. E se pensarmos em crianças com autismo regressivo, é importante parar e pensar, ÊPA! Se foi a partir daqui que o meu filho começou a regredir, o que aconteceu nessa época? No meu caso, foi mais ou menos quando meu filho estava com 1 ano. Tivemos uma bronquiolite, com administração de antibiótico (que também não é nada bom para crianças autistas), bastante tylenol e vacinas. Tudo de uma só vez.

    Para mim, pessoalmente foi muito importante saber o que, de fato, pode ter ocorrido no organismo do meu filho para que ele tivesse essa regressão e que hoje esteja autista, com atraso de desenvolvimento e de fala. Foi esclarecedor saber que não é só genético. Que ele simplesmente não “nasceu” assim. Ele ficou assim. Ele está assim.

    E não estou procurando culpados nem me sinto culpada por ter administrado todas essas coisas, até mesmo porque eu fui orientada por profissionais a fazer assim e não sabia dos riscos, eu não tinha informação. E essa informação é fundamental. As pessoas precisam saber dos riscos do paracetamol e do mercúrio. Acredito que com essa informação, a epidemia pode regredir. E o que precisa para isso? Conscientização de todos. Principalmente dos médicos, profissionais de saúde e indústrias farmacêuticas. E para cutucar empresas grandes, bilionárias, líderes de mercado, é preciso união e coragem. Vamos começar?”

     

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  • 26 de abril de 2012
    Pai “grampeia” filho autista e descobre agressões verbais da professora

    Publicado no site da revista Época:

     

    Em tempos de grampos e escandalosas revelações feitas graças a escutas legais (e talvez até ilegais), imagine mandar uma criança “grampeada“ para a escola a fim de descobrir abuso por parte dos professores? Você faria isso?

    Foi o que o pai de um menino autista de dez anos fez, nos Estados Unidos. Stuart Chaifetz, de New Jersey, resolveu mandar um gravador escondido no filho, desconfiado dos surtos de ansiedade e das reclamações que partiram da própria escola sobre o comportamento violento de Akian, o filho, que estaria batendo na professora e atirando cadeiras.

    Autista e com dificuldades de comunicação, o garoto tinha uma natureza dócil e amorosa, afirma o pai. “Alguma coisa estava acontecendo na escola com meu filho, porque não fazia sentido”, diz o pai, em vídeo postado no YouTube. O garoto retornou para casa com horas de gravação classificadas pelo pai como abuso e agressão verbal. O pai flagrou não só conversas impróprias dos professores, sobre abuso de álcool e suas vidas sexuais, na frente das crianças, mas crueldade verbal. “Naquele dia, minha vida mudou para sempre. Ouvi coisas nojentas, vis…era bullying contra meu filho”, diz.

    Revoltado, Stuart desabafou: “eles sabiam que nenhum daqueles meninos seria capa de relatar em casa o que se passava na escola”.

    Trechos do áudio:

    “Com quem você está falando? Com ninguém?”, pergunta a professora para o menino, que, às vezes, fala sozinho. Chateado, ele começa a chorar alto.

    “Vai, pode continuar o choro, sabe por quê? Porque você não vai conseguir nada até você calar a boca”, continua a ajudante.

    Dias depois, o pai conta ter enviado um email para a professora perguntando se alguém, na escola, tinha mandado Akian calar a boca, com essa expressão. Segundo ele, a professora responder “não, nós não fazemos isso”. Se tem algo na escola que pode deixar os pais temerosos é o bullying, o comportamento inadequado, às vezes violento, de agressão verbal e até física por parte de outras crianças. Humilhação, ou implicâncias aparentemente inocentes que podem deflagrar um processo de rejeição e aniquilamento psicológico de uma criança, ainda crua na arte de defender-se. Ninguém quer ver o filho passar por isso. Mas e quando essa agressão vem da equipe que deveria justamente protegê-lo?

    De todas as paranoias que frequentam a cabeça dos pais, o medo de que os filhos sejam maltratados por empregados, por exemplo, ocupa a pole position de quem precisa trabalhar e não tem com quem deixar os pequenos. Muitas pessoas preferem a creche justamente por acreditar que, no ambiente coletivo, mais olhos estão atentos e menos chances há de um adulto se portar mal com a criança. Por isso essa história me pareceu o pesadelo, com requintes de crueldade por se tratar de uma criança com dificuldade de comunicação, especial, que requer uma atenção diferenciada.

    O vídeo e o áudio estão em inglês com legendas em inglês, mas até pelo tom de voz da professora ou da assistente (não dá para saber), é de se notar que algo estava errada na condução de crianças especiais. Elas reclamam dos maridos na frente das crianças, falam de bebedeira, de vomitar por causa de vinho…”Elas tratavam aquelas crianças  como subhumanas”, diz o pai, no vídeo.

    Segundo o texto do vídeo, uma das assistentes foi demitida. A professora foi transferida de unidade. A repercussão foi imediata. Dezenas de pais de crianças especiais começaram a entrar em contato com Stuart pedindo ajuda porque desconfiavam de comportamentos inadequados nas escolas. Temiam que seus filhos, indefesos, não estavam sabendo contar o que se passava. Pelo visto, não era um caso único.

    “São pais desesperados precisando saber o que se passa na escola”, disse Stuart, ao Huffington Post.

    Gravar pessoas sem consentimento ou autorização judicial não serve de prova em processos judiciais sob as leis brasileiras, nem nos Estados Unidos, onde o rigor é ainda maior, mas pode ajudar a abrir uma investigação e, o mais importante, impedir que seu filho seja maltratado.

    Você faria isso? Conhece alguém que tenha descoberto algo muito ruim em casa graças a câmeras escondidas?

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  • 26 de abril de 2012
    EXEMPLOS DE ACTIVIDADES RELATION PLAY

     

    Jogos individuais: Têm como objectivo experimentar o corpo e explorar as suas possibilidades. Assim, a criança pode desenvolver a autoconfiança e consciência corporal
    No chão, deita-te de barriga para baixo no chão. Tenta balancear-te em diferentes posições (Depois, faz o mesmo exercício mas de costas voltadas para o chão);Corre com passos grandes e pequenos, com as pernas esticadas e dobradas;

    Deita-te de costas e experimenta o espaço à tua volta. Estica os braços e as pernas o mais que conseguires;

    Senta-te e gira em redor com os pés levantados;

    Vamos fazer caretas: primeiro põe os teus olhos arregalados e depois muito apertados; põe a tua boca muito aberta e depois muito fechada.

     

     

    Jogos de 2 elementos: Têm como objectivo experimentar relações positivas com o outro (respeito, confiança, compreensão)
    Um deita-se no chão e outro fica em pé. Segura nos tornozelos do teu colega e puxa-o calmamente no chão em diferentes direcções;Sentem-se de costas um para o outro. Façam força um contra o outro.

    Deitem-se de costas e juntem os vossos pés (as plantas dos pés ficam juntas). Façam movimentos em conjunto.

    Um elemento põe as mãos e os joelhos no chão e o outro deita-se de costas nas suas costas. Depois, quem está no chão anda devagar, para a frente/trás e para os lados;

    De costas um para o outro, empurrem e andem em diferentes direcções, sem perder o equilíbrio;

    Deitem-se no chão, cabeça contra cabeça. Segurem as mãos um do outro, e rolem em conjunto.

     

    Jogos em grupo
    Formem todos um túnel. O ultimo da fila gatinha dentro do túnel e posiciona-se no fim do túnel, e assim sucessivamente;Sentem-se todos em fila. Encostem-se calmamente para trás e relaxem;

    Duas pessoas sentam-se de frente uma para a outra, e uma pessoa senta-se no meio delas. Calmamente, balancem-na de um lado para o outro (coloquem as mãos nos seus ombros);

    Deitem-se todos de costas, bem juntinhos. Alternadamente, uma pessoa tola e arrasta-se por cima das que estão deitadas;

    Um pessoa deita-se no chão, e as outras seguram-na pelos pulsos e tornozelos, balanceando-a para a frente e para trás. (Nota: Este jogo exige no mínimo 5 pessoas. É necessário força, cooperação e coordenação entre todos os elementos);

    Deitam-se todos de barriga para baixo, bem juntinhos. Um elemento deita-se de barriga em cima dos outros. Quando o grupo se vira e rola, o elemento que está por cima vira-se e rola ao mesmo tempo.

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  • 26 de abril de 2012
    RELATION PLAY

    Hoje pude fazer uma oficina onde aprendi algumas técnicas do Método Relation Play.

    RELATION PLAY

     

    O Relation Play ou Sherbone Developmental Movement é também chamado de “jogo de relações ” e é baseado na teoria do movimento humano criada por Rudolf Laban e trabalhada durante mais de 30 anos por Veronica Sherborne, inicialmente no seu trabalho com crianças com dificuldade s severa de aprendizagem, mas que tem sido expandida a todas as idades e a todos os tipos de necessidades especiais.

     

    A experiência de movimento é fundamental para o desenvolvimento de qualquer ser humano, sendo ainda mais importante nas pessoas com necessidades especiais. Este método é muito importante, pois a linguagem corporal, a mímica e o contacto ocular, estão presentes em todos os movimentos, além do toque, que permite trabalhar a defesa tátil. ( ISCO 2008 )

     

    Há dois objetivos básicos neste método, a consciência do self ( consciência de si próprio )  e a consciência dos outros.

     

    Consciência do self: é a conseguida através de experiências de movimento que ajudam a pessoa a concentrar-se e assim ter consciência do que está a acontecer no seu corpo. Isto leva a um auto-conhecimento do seu corpo e uma maior auto-confiança  a nível físico e emocional.

     

     

    Consciência dos outros: é feita aos poucos, interagindo e movendo-se à volta dos outros de modo a encorajar quer o desenvolvimento da confiança quer a formação de relações positivas com os outros. Isto vai promover a capacidade de relacionamento com o meio ambiente e com outras pessoas. ( ISCO, 2008)

     

    Há 3 tipos de jogos de relacionamento:

     

    1) Jogos de relacionamento  “com”

    Há um elemento passivo que recebe os cuidados do parceiro ativo.

     

     

    2) Jogo de relacionamento “partilhado”

    Os parceiros dão um suporte mútuo e têm de sentir o seu corpo e o corpo do outro.

     

     

    3) Jogos de relacionamento “contra”

    A criança testa a sua força dirigindo-a para uma ação e ajustando-se à força do parceiro.

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  • 23 de abril de 2012
    Palestra: APAE e UFAM promovem um Ciclo de Palestra sobre Transtornos do Desenvolvimento Humano

    Palestra: APAE e UFAM promovem um Ciclo de Palestra sobre Transtornos do Desenvolvimento Humano
    Neste ano de 2012, A ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS – APAE Manaus, em parceria com a Universidade Federal do Amazonas, UFAM, vem realizando um Ciclo de Palestra com temas voltados para os transtornos do Desenvolvimento Humano.

    Neste mês de Abril, o enfoque será AUTISMO e a Síndrome do X-Frágil.

    Para falar sobre esses assuntos, contaremos com a presença dos Profissionais:

    Dra. Vânia Gadelha, Pediatra, Geneticista, Neurologista e professora da Ufam.

    Alexandre Romano, Psicólogo e Mestre em  Educação

    Milena Berze, Psicóloga, Mestre em Educação e especialista em Autismo e Psicologia da saúde.

    As Palestras acontecerão na sede da APAE, sito à Av. Perimetral, s/nº. Conj. Castelo Branco, Parque 10. (Ao lado do CSU)

    Dia 26 de Abril de 2012

    Horário: de 13:30 às 17:00hs. (com Coffee Break)

    Será emitido Certificado!

    Vagas limitadas! Reserve a sua pelos fones (92) 3646-1230 / (92) 3236-4587

    Taxa de inscrição: R$ 10,00 (estudante) /  R$ 15,00 (público em geral)

    “Não devemos permitir que uma só criança fique em sua situação atual sem desenvolvê-la até onde seu funcionamento nos permite descobrir que é capaz de chegar. Os cromossomos não têm a última palavra”. (Reuven Feuerstein)

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  • 23 de abril de 2012
    Eu indico! PROFESSORA, FONOAUDIÓLOGA E PSICOPEDAGOGA. ANA CRISTINA OAQUIM DOS SANTOS ( CIDADE BRASÍLIA )

    PROFESSORA,FONOAUDIÓLOGA E PSICOPEDAGOGA

     

    ANA CRISTINA OAQUIM DOS SANTOS

    Trabalho com distúrbios de aprendizagens,dislexia, prevenção e reabilitação nas questões relacionadas a linguagem oral e escrita.
    Psicomotricidade e Ludoterapia com crianças Autistas, Síndrome de Down ou qualquer outra síndrome.
    Por acreditar em um trabalho multidisciplinar realizo assistência fonoaudiológica e psicopedagógica as escolas na qual o paciente está em processo de inclusão,tornando-se indispensável a troca de informações entre Terapeuta x Família x  Escola para o desenvolvimento e o crescimento do(a) menor.

    Atendimento domiciliar ou clínica

    61 82113208  ( TIM )

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