• 28 de novembro de 2011
    Ruyzinho no casamento da mana Sanmya

    Prontinho para a noite especial da irmã Sanmya

     

    Saindo de casa ao lado da cuidadora e fonoaudióloga Alessandra Lopes

     

    Uma paradinha para a foto

     

    No jantar oferecido aos convidados do casamento da irmã

     

    Ruyzinho com a cuidadora do Ronaldinho, Marlúcia Balieiro

     

    Ronaldinho também foi homenagear a irmã

     

    Assistindo a cerimônia na Igreja N. S. Nazaré

     

    Com os noivos, Sanmya e Helder Leite

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  • 20 de novembro de 2011
    O casamento de Sanmya Beatriz, a irmã do Ruyzinho

    A única irmã do  personagem principal deste blog, Sanmya Beatriz se casou no último sábado.

    Clique aqui e veja como foi a cerimônia e recepção.

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  • 17 de novembro de 2011
    Dilma chora ao lançar plano para pessoas com deficiência

    A presidente Dilma Rousseff chorou ao discursar nesta quinta-feira (17) durante lançamento do plano Viver sem Limites, que pretende investir R$ 7,6 bilhões até 2014 na inclusão de pessoas com deficiência.

    Ela se emocionou logo após cumprimentar Ivy, de 6 anos, e Beatriz, de pouco mais de 1 ano, ambas portadoras de síndrome de Down.

    Elas são filhas, respectivamente, do deputado federal Romário (PSB-RJ) e do senador Lindbergh Faria (PT-RJ), e estavam no colo dos pais durante a cerimônia.

    “As duas menininhas tiveram aqui uma cena maravilhosa e enternecedora. A filha do Romário carregando a filha do Lindbergh”, afirmou a presidente.

     

    A presidente Dilma discursa durante cerimônia de lançamento do plano Viver sem Limites (Foto: Ueslei Marcelino / Reuters)A presidente Dilma discursa durante cerimônia de lançamento do plano Viver sem Limites (Foto: Ueslei Marcelino / Reuters)

    “Eu acredito que em alguns momentos a gente considera que eles são muitos especiais, e aí queria dizer que, hoje, este é um momento em que vale a pena ser presidente”, disse Dilma provocando aplausos de pé da plateia. Em seguida, usou um lenço para enxugar as lágrimas.

    “Obviamente é um momento de emoção. Estamos aqui hoje para celebrar a coragem de viver sem limites e com autonomia em um de seus aspectos mais importantes, a capacidade que nós seres humanos temos de nos transformar, de nos superar. A incrível força que há nas pessoas para vencer desafios e superar limites”, disse.

    O início do discurso da presidente foi interrompido ainda por uma mulher da plateia, que levantou-se para pedir “atenção especial” do governo às pessoas com autismo. “Sou mãe de uma criança autista. Pelo amor de Deus, só nós sabemos o quanto é difícil”, disse a mulher.

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  • 9 de novembro de 2011
    Cérebros de crianças autistas têm mais neurônios

    As crianças autistas têm mais neurônios e apresentam um cérebro mais pesado que as demais, revela um estudo publicado nesta terça-feira no Journal of the American Medical Association (JAMA).

    O estudo, baseado em análises de cérebros de crianças autistas falecidas, sugere que a anomalía na zona pré-frontal do cérebro pode ter origem no útero, destacam seus autores.

    Os cientistas examinaram os cérebros de sete crianças autistas, com entre 2 e 16 anos, a maioria morta por afogamento.

    Ao comparar os cérebros dos autistas com os de outras crianças, a maioria morta em acidentes de trânsito, os pesquisadores encontraram 67% mais neurônios no córtex pré-frontal e 17,7% mais peso, em média, no primeiro grupo.

    “Já que os neurônios corticais não são gerados após o nascimento, este aumento patológico no número de neurônios em crianças autistas indica causas pré-natais”, destaca o estudo.

    O córtex pré-frontal é responsável pela linguagem, comunicação e comportamentos como o ânimo, a atenção e as habilidades sociais. Habitualmente, as crianças autistas têm problemas nestas áreas.

    “Os fatores que normalmente organizam o cérebro parecem estar desconectados”, destacam Janet Lainhart, da Universidade de Utah, e Nicholas Lange, da faculdade de Medicina e Saúde Pública de Harvard

    “Devido ao fato de que os neurônios em todas as zonas do cérebro, exceto no bulbo olfativo e no hipocampo, são gerados antes do nascimento, estas descobertas se somam à crescente evidência biológica de que a neuropatologia do desenvolvimento do autismo começa antes do nascimento, possivelmente em todos os casos”.

    Estudos prévios sugeriam que os sinais clínicos do autismo tendem a convergir com um período de crescimento anormal da cabeça e do cérebro que começa a ser evidente entre os nove e os 18 meses.

    O autismo inclui um amplo espectro de diferentes desenvolvimentos, desde a dificuldade para as relações sociais até a incapacidade de comunicação, passando pela execução de movimentos repetitivos, extrema sensibilidade a certas luzes e sons e problemas de comportamento.

     

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  • 8 de novembro de 2011
    Jô Soares assume pela primeira vez que tem filho autista

    Entrevistado desta semana do Programa Roda Viva, na TV Cultura, o apresentador Jô Soares garantiu que não se importa com a sátira feita ao programa dele pelo Pânico na TV!.

    “Eu só não posso parar pra dar entrevista pra ele, é questão de contrato. Eu ouvi falar que ele não vai fazer mais?! ‘Carioca’ (humorista do “Pânico na TV) faz, eu adoro o Jô Suado!”, explicou.

    Em outro momento da entrevista, Dani Calabresa (MTV) aparece em vídeo para perguntar o que faz o humorista rir. “Você, Dani…e aquele cara que você sustenta…como é o nome dele – (Marcelo) Adnet, parece! O Bruno Mazzeo e aquele Eduardo…sempre esqueço o sobrenome dele… Sterbitch (César Polvilho), isso! Vocês são da minha geração!”

    No fim, questionado como preservou o tempo todo a sua intimidade, Jô falou sério: “Pela minha maneira de viver, eu saio muito pouco e preservo a minha vida particular. Tenho um filho de quarenta e poucos anos, autista, que é vidrado em rádio. È mais ou menos o personagem que o Dustin Hoffman fez no filme “Rain Man”. Às vezes ele quer escutar música tão alto que precisamos pedir: Rafael, baixa isso um pouco!”

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  • 8 de novembro de 2011
    Ruy, como é grande o meu amor por você

    Por Ronaldo Tiradentes

    Ontem à noite, na hora de dormir, Kiê virou-se para o Ruyzinho e perguntou se ele queria música, que respondeu positivamente.

    Kiê perguntou qual a música. – “Roberto Carlos” – respondeu o quase sonolento Ruy.

    “Cante um pedacinho da música”- insistiu Kiê.

    “Eu tenho tanto, prá lhe falar, mas com palavras não sei dizer….” cantarolou meu querido Ruyzinho.

    Sem perder muito tempo, Kiê foi logo dando as ordens: “cante, Ronaldo, a música para o Ruy”.

    Cantei algumas vezes, até ele dormir:

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  • 4 de novembro de 2011
    Ruyzinho visita o pai no estúdio da CBN

    Ruyzinho entra no estúdio e se apossa de um computador para vr desenhos animados

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  • 3 de novembro de 2011
    Incluindo autistas na ciência

    Por Alysson Muotri

     

    Quando se fala em indivíduos autistas, a maioria imagina pessoas isoladas socialmente, com dificuldade em comunicação e envolvidas em comportamentos repetitivos e estereotipados. De fato, para ser considerado dentro do espectro autista, basta apresentar sintomas relacionados a essas características. Porém, essa definição é restrita, rasa, e não reflete a condição autista em sua totalidade. O lado positivo do autismo é pouco lembrado, o que contribui para problemas de inclusão social.

     

    Indivíduos autistas são extremamente focados e conseguem se dedicar a uma atividade especifica por muito tempo. Em geral, essa dedicação vem acompanhada de uma atenção aos detalhes, sensibilidade ao ambiente e capacidade de raciocínio acima do normal, o que colocaria essas pessoas em vantagem em determinadas situações. Uma dessas situações está presente justamente em alguns aspectos do processo científicos.

     

    A ciência não vive apenas de criatividade e pensamento abstrato. Na verdade, a maioria dos cientistas segue uma carreira metódica, racional, com incrementos sequenciais no processo de descoberta científica. Esse trabalho exige atenção e dedicação acima do normal, por isso mesmo cientistas acabam sendo “selecionados” para esse tipo de atividade. O momento de “eureca” é extremamente raro na ciência.

     

    Da mesma forma, são raros os casos de autistas superdotados, com capacidades extraordinárias. Esse tipo de característica, retratada no filme RainMan, acaba ajudando esses indivíduos a se estabelecerem de forma independente. É o caso de Stephen Wiltshire que vive de sua arte porque consegue desenhar em três dimensões uma cidade inteira após sobrevoá-la de helicóptero uma única vez. Mas e no caso dos outros indivíduos, que não necessariamente possuem uma habilidade tão evidente? Será que poderíamos incorporá-los em alguma outra atividade aonde suas características sejam de grande vantagem?

     

    Indivíduos autistas usam o cérebro de forma diferente. Regiões do cérebro relacionadas ao processo visual são, em geral, bem mais acentuadas. Por isso mesmo, autistas conseguem perceber variações em padrões repetidos mais rapidamente e com mais precisão do que pessoas “normais”, ou fora do espectro autista. Autistas também superam não-autistas em detectar variações em frequências sonoras, visualização de estruturas complexas e manipulação mental de objetos tridimensionais. Retardo intelectual é, quase sempre, relacionado ao autismo. Mas vale lembrar que a maioria dos testes utiliza linguagem verbal, o que coloca os autistas em desvantagem. Esse tipo de abordagem merece uma revisão mais criteriosa. Aposto que se refizéssemos algumas dessas pesquisas os resultados seriam diferentes e contribuiriam para a redução do preconceito.

     

    Muitos autistas poderiam ser aproveitados pela academia. Desde cedo, esses indivíduos demonstram profundo interesse em informações, números, geografia, dados, enfim, tudo que é necessário para a formação de um pensamento científico. Além disso, possuem capacidade autodidática e podem se tornar especialistas em determinada área – ambas as características são importantes no cientista. Algumas das vantagens intelectuais (e mesmo pessoais) de indivíduos autistas acabam sendo atraentes em laboratórios científicos. Não me interprete mal, não estou sugerindo o uso de autistas como objeto de estudo (o que já acontece e é útil também), mas como agentes da descoberta cientifica.

     

    Tenho certeza de que poderíamos incluir cientistas autistas no contexto de descoberta cientifica atual e explorar esse tipo de inteligência. Um exemplo disso é o laboratório do Dr. Laurent Mottron, que trabalha com a cientista-autista Michelle Dawson faz 7 anos. Laurent descreveu recentemente sua experiência empregando cientistas autistas na última edição da revista Nature. Michelle tem a capacidade de manusear mentalmente um número enorme de dados ao mesmo tempo, faz isso naturalmente. E enquanto não conseguimos nem lembrar o que vestimos ontem, autistas como Michelle nos surpreendem com uma memoria impecável. Ela recorda todos os dados gerados do laboratório e tem papel fundamental no desenho de experimentos de outros cientistas. Juntos, Laurent e Michelle já assinaram mais de 14 trabalhos juntos. Outro exemplo clássico é Temple Grandin, autista que obteve seu PhD em veterinária e, usando seu raciocínio visual, desenvolveu novos protocolos para redução de estresse em animais para o consumo de carne. Grandin é atualmente professora da Universidade Estadual do Colorado, nos EUA.

     

    Acredito que autistas podem dar uma contribuição excepcional para o mundo se conseguirmos colocá-los no ambiente ideal. É um desafio social, mas que começa com a conscientização da condição autista. Organizações internacionais já existem com a finalidade de auxiliar autistas a se encaixarem no mercado de trabalho. Exemplos são as firmas Aspiritech, nos EUA, e Specialisterne, na Holanda. Com o tempo, outros lugares vão perceber que a mão-de-obra autista é extremamente especializada e começarão a explorar esse nicho.

     

    Obviamente o autismo traz limitações, como o entrosamento social, problemas motores e a dificuldade de comunicação. Com isso, eles não vão conseguir se adaptar facilmente a trabalhos que envolvam comunicação social intensa. Em casos mais graves, muito provavelmente, vão depender da sociedade por toda a vida. Ignorar essas limitações é tão prejudicial quanto ignorar as vantagens que o autismo pode oferecer nos casos mais leves. Talvez o maior reflexo de uma sociedade avançada esteja em como ela acomoda suas minorias. Enquanto as oportunidades terapêuticas para o autismo não chegam, acredito que o que esses indivíduos mais precisam agora seja respeito, inclusão e, acima de tudo, oportunidades.

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  • 2 de novembro de 2011
    Bonequinhos de massinha feitos pelo Ruy com ajuda de Alessandra ( fono)

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  • 2 de novembro de 2011
    Ruy e sua amigua, Eliana, prontos para passear no shopping

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