| A luta contra o preconceito ao autismo ganha um time de campeões |
Agora, Minotauro & Minotouro e José Aldo reforçam o nosso exército.Eles já confirmaram o apoio ao site Mundo Azul e aos eventos do grupo de pais em defesa dos portadores de autismo e outras síndromes.
Nosso maior combate conta com a força deles para a aprovação dos Projetos de Lei Estadual 689/2011 e 737/2011 que institui centros de tratamento especializado em autismo e doenças psicossociais entre outras deliberações, no Estado do Rio Janeiro. Para quem não conhece Minotauro e José Aldo ( Amazonense) são lutadores de MMA. Essa vitória é nossa porque juntos somos mais…e com os melhores lutadores do mundo daremos um nocaute duplo contra o preconceito e a favor da conscientização do autismo no Brasil. |
Fonte: www.mundoazul.org.br
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Ruy vai para aula em escola regular, mas como uma criança especial, ele tem tratamento especial (assegurado por lei).
Há algumas peculiaridades, como por exemplo:
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A Prefeitura de Manaus terá o prazo de 3o dias para cumprir os compromissos assumidos através de uma TAC – Termo de Ajustamento de Conduta, assinado com o Ministério Público, que define tratamento especial na área de saúde, para os portadores da síndrome de autismo.
O juizado da Infância e da Juventude obrigou o município a construir Centros de Atenção Psicossocial – CAPs, manter equipes da Estratégia Saúde da Família, equipes de saúde mental na rede primária, serviço de atendimento móvel de urgencia – SAMU, entre outras ações voltadas exclusivamente para o autismo.
A ação foi proposta pela promotora Delisa Olívia Vieiralves Ferreira, da 56ª Promotoria da Cidadania. A juíza da Infância e da Juventude, Rebeca de Mendonça Lima, estipulou multa de 10 mil reais ao dia, no caso de descumprimento da decisão judicial.
0 comentariosDa Folha de São Paulo:
Cientistas americanos anunciaram nesta segunda-feira ter criado camundongos autistas, eliminando um grupo de seus genes, com a esperança de avançar no diagnóstico e no tratamento desta doença em seres humanos.
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Estudos anteriores já tinham sugerido que causas genéticas podem ser responsáveis por este transtorno do desenvolvimento, que pode causar dificuldades de relacionamento social, reprodução de movimentos repetitivos, sensibilidade a certas luzes e sons, além de problemas de comportamento.
Algumas crianças autistas têm uma pequena supressão no cromossomo 16, que afeta 27 genes, razão pela qual cientistas do Laboratório Cold Spring Harbor, em Nova York, decidiram tentar alterar geneticamente um grupo de cobaias para que tivessem a mesma mutação genética.
“A ideia de que esta supressão pudesse ser a causa do autismo era emocionante”, disse a professora Alea Mills, uma das autoras do estudo, publicado nas Atas da Academia Nacional de Ciências.
“Assim, nos perguntamos se retirar o mesmo conjunto de genes nos ratos teria algum efeito”, acrescentou.
A pesquisa demonstrou que os camundongos alterados apresentaram comportamentos similares aos observados em pessoas com autismo: hiperatividade, dificuldade para dormir, para se adaptar a novos ambientes e a execução de movimentos repetitivos.
“Os camundongos com a supressão agiram de forma completamente diferente dos camundongos normais”, explicou Guy Horev, outro cientista.
Os pesquisadores também descobriram que aproximadamente a metade dos camundongos autistas morreu pouco após seu nascimento. Estudos futuros poderão revelar se este déficit genético pode estar relacionado com mortes inexplicáveis de bebês, segundo a experiência.
Ao examinar o cérebro dos camundongos em exames de ressonância magnética, os cientistas conseguiram identificar quais regiões são alteradas nos animais autistas.
Este conhecimento pode ajudar os cientistas a determinar a base fisiológica do autismo, que afeta cerca de 1% das crianças nos Estados Unidos, e possivelmente levar a diagnóstico e tratamento precoces.
As crianças que têm autismo, caracterizado por uma série de transtornos relacionados com uma química cerebral anormal, costumam ser diagnosticados por volta dos três anos de idade.
Segundo especialistas, os meninos correm de três a quatro vezes mais riscos de sofrer de autismo do que as meninas.
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