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| A luta contra o preconceito ao autismo ganha um time de campeões |
Agora, Minotauro & Minotouro e José Aldo reforçam o nosso exército.Eles já confirmaram o apoio ao site Mundo Azul e aos eventos do grupo de pais em defesa dos portadores de autismo e outras síndromes.
Nosso maior combate conta com a força deles para a aprovação dos Projetos de Lei Estadual 689/2011 e 737/2011 que institui centros de tratamento especializado em autismo e doenças psicossociais entre outras deliberações, no Estado do Rio Janeiro. Para quem não conhece Minotauro e José Aldo ( Amazonense) são lutadores de MMA. Essa vitória é nossa porque juntos somos mais…e com os melhores lutadores do mundo daremos um nocaute duplo contra o preconceito e a favor da conscientização do autismo no Brasil. |
Fonte: www.mundoazul.org.br
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ESQUEMA CORPORAL
Conhecimento intuitivo imediato que a criança tem do próprio corpo, conhecimento capaz de gerar as possibilidades de atuação da criança sobre as partes do seu corpo, sobre o mundo exterior e sobre os objetos que a cercam.
Exercício 1 : Reconhecendo as partes essenciais do corpo – O profissional diz os nomes das seguintes partes do corpo: cabeça, peito, barriga, braços, pernas, pés, explorando uma parte por vez. A criança mostra em si mesma a parte mencionada pelo profissional, respeitando o nome que designa. Primeiramente o trabalho deverá ser realizado de olhos abertos, e a seguir de olhos fechados.
Olhos abertos: Aprendizado.
Olhos fechados: Quando dominar as partes do corpo.
Exercício 2: A criança deverá reconhecer também as partes do rosto: nariz, olhos, boca, queixo, sombrancelhas, cílios, trabalhar também com os dedos com a mão apoiada sobre a mesa a criança deverá apresentar o pulso, o dedo maior e o dedo menor, os nomes dos dedos são ensinados a criança pedindo que ela levante um a um dizendo os respectivos nomes dos dedos.
Exercício 3: Trabalhar com os olhos – Em pé ou sentado a criança acompanha com os olhos sem mexer a cabeça, a trajetória de um objeto que se desloca no espaço. O USO DA BOLA É IDEAL.
Exercício 4: Sentir os rins – Deitada com as pernas estendidas e as mãos sobre os rins a criança dobra os joelhos e encosta-os no peito. Comentar com a criança que a parte do corpo que se apoia com força sobre suas mãos chama-se rins.
Exercício 5: Automatizando a noção de direita e esquerda
Conhecendo a direita e a esquerda do próprio corpo mostrar a criança qual é a sua mão direita e qual é a sua mão esquerda. Dominando este conceito, realizar o exercício em etapas:
- fechar com força a mão direita;
- depois a esquerda;
- Levantar o braço direito;
- depois o esquerdo;
- bater o pé esquerdo;
- depois o direito;
- mostrar o olho direito;
- depois o esquerdo;
- mostrar a orelha direita;
- depois a esquerda;
- levantar a perna esquerda;
- depois a direita.
Trabalhar com os olhos abertos, e quando a criança estiver dominando o exercício trabalhar com os olhos fechados.
Exercício 6: Localizando elementos no espaço da aula. A criança deverá dizer de que lado está a porta, a janela, a mesa da sala de aula, etc. em relação a si mesma. Durante a realização do exercício, não deixar a criança cruzar os braços, pois isso dificulta sua orientação espacial.
COORDENAÇÃO ÓCULO-MANUAL
A finalidade dos exercícios de coordenação óculo-manual têm como finalidade o domínio do campo visual, associada a motricidade fina das mãos.
Exercício – Realizar este jogo em duas etapas:
A criança bate a bola no chão, apanhando-a inicialmente com as duas mãos, e depois ora com a mão direita, ora com a mão esquerda. No início a criança deverá trabalhar livremente. Numa segunda etapa o professor determinará previamente com qual das mãos a criança deverá apanhar a bola.
A criança joga a bola para o alto com as duas mãos, apanhando-a com as duas mãos também. Em seguida, joga a bola para o alto com uma só mão, apanhando-a com uma só mão também.
Variar o uso das mãos. Ora com a direita ora com a esquerda.
Jogo de Pontaria no Chão – Desenhar um círculo no chão ou utilizar um arco. As crianças deverão jogar a bola dentro do círculo. Aumentar gradativametne a distância. Variar jogando a bola na frente, atrás, do lado esquerdo, do lado direito do círculo.
COORDENAÇÃO DINÂMICA GERAL
Estes exercícios possuem a função de equilíbrio que é a base essencial da coordenação dinâmica geral que possuem a finalidade de melhorar o comando nervoso, a precisão motora e o controle global dos deslocamentos do corpo no tempo e no espaço. Constituem-se de exercícios de marchas e saltos. Apresentamos exercícios em que a criança a nível de experiências vividas, manipula conceitos espaciais importantes para o seu preparo para a alfabetização.
Os conceitos espaciais: direita, esquerda, atrás, na frente, entre, perto, longe, maior, menor; são vivenciados através de movimentos específicos. A partir daí propomos exercícios com maior intensidade. Se coloca a medição de um raciocínio, de uma reflexão sobre os dados vivenciados no primeiro nível. Dessa forma permite a criança passar para a etapa de estruturação temporal requerida para o aprendizado da leitura e da escrita.
Exercício: Andando, saltando e equilibrando-se.
1. Andando de cabeça erguida
A criança anda com um objeto sobre a cabeça ( pode ser um livro de capa dura). Dominada esta etapa a criança para, levanta uma perna formando um angulo de noventa graus e coloca-se lentamente no chão. O mesmo trabalho deverá ser feito com a outra perna.
2. Quem alcança ?
O professor segura um objeto a uma determinada altura (pode ser um lápis, uma bola ) a criança deverá saltar para alcança-lo . Inicialmente fazer o exercício em pé, depois de cócoras.
MOTRICIDADE FINA DAS MÃOS E DOS DEDOS
Os exercícios de motricidade fina são muito importantes para a criança, na medida em que educam é gesto requerido para a escrita, evitando a apreensão e a prisão inadequados que tanto prejudicam o grafismo, tornando o ato de escrever uma experiência aversiva a criança.
CUIDANDO DAS MÃOS
Exercício de Motricidade Fina :
Trabalhando só com os braços – Este exercício tem como objetivo desenvolver a independência segmentar do braço em relação ao tronco, o que beneficia e facilita o trabalho da mão no ato de escrever. Apresentamos uma série de gráficos (traçados) que o professor deverá reproduzir em tamanho grande no quadro de giz ou programá-los em cartões. As crianças por sua vez deverão reproduzí-los com gestos executados no ar.
AMASSANDO A MASSA
Fazendo Bolas de Massa – O professor distribui a classe bolas de massa de tamanhos variados (usar massa para modelar) sentada, com o cotovelo apoiado sobre a carteira, a mão para o alto, a criança aperta as bolas de massa com força, amassando-as. Orientar a criança para que trabalhe com dois dedos por vez. Trabalhar primeiro uma das mãos, depois com a outra e, finalmente, com as duas juntas.
Fazendo as bolas de massa – Realizar o mesmo trabalho do exercício anterior, neste caso, porém a massa é apresentada em forma de disco, com a qual a criança deverá fazer uma bola.
ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURAÇÃO TEMPORAL
Esse mediador trabalha com noções importantes para o aprendizado da escrita e particularmente da leitura, favorecem o desenvolvimento da atuação da memória. A estruturação temporal fornecerá as possibilidades de alfabetizar-se.
Exercício: Reproduzindo ritmos com as mãos. O professor executa um determinado ritmo, seguindo algumas estruturas rítmicas (.. … …) por exemplo, batendo a mão sobre a carteira, durante um certo tempo, a criança apenas escuta, depois reproduz o rítmico executado pelo professor, batendo a mão sobre a carteira também. Variar o ritmo. Lento, normal e rápido.
Fazer o exercício inicialmente com os olhos abertos e em seguida, de olhos fechados.
EXERCÍCIO DE ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURAÇÃO ESPACIAL
Deslocando um objeto no espaço, a criança coloca um objeto qualquer ora a sua frente, ora atrás, ora a direita, ora a esquerda, segundo o comando do professor.
Formada em Educação Física Pós-graduada em Fisiologia e Cinesiologia do Exércicio. Atua como Personal Trainer.
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O Professor de Educação Física do Rio de Janeiro, Rodrigo Brivio, que encantou os brasileiros com seu jeito especial de atender crianças autistas, com terapias através do esporte e teve repercursão nacional depois da reportagem do programa Esporte Espetacular, estará em Manaus no dia 08 de junho/2011 às 19h, no auditório da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) no bairro da Cachoeirinha, em uma palestra gratuita sobre o trabalho que ele desenvolve e você e outros pais com crianças autistas deverão pegar seus convites no colégio Centro Educacional Lato Sensu, unidade Adrianópolis a partir do dia 27 de maio.
O evento é destinado a todas as pessoas que amam seus filhos ou querem trabalhar com crianças tão especiais quanto as nossas.
Maiores detalhes, favor ligue 2123-9800, falar com D. Ivete a partir das 10h.
Renato Melo Peixoto França, pai de uma menina autista, e executivo da clínica SensuMed, que teve essa brilhante iniciativa.
Veja outras matérias publicadas neste blog sobre Rodrigo Brivio:
http://www.cbnmanaus.com.br/diariodeumautista/?m=20110104
http://www.cbnmanaus.com.br/diariodeumautista/?p=519
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Fonte: http://www.tatame.com.br/2011/03/31/Cachorrao-pendura-as-luvas-apos-o-UFC-128
Aos 34 anos de idade e 13 vitórias em 18 lutas de MMA, Ricardo Cachorrão acaba de anunciar sua aposentadoria. Através do Facebook, o lutador enviou uma carta aberta aos fãs e amigos, explicando o que lhe motivou a deixar o esporte de lado 11 anos após fazer sua estreia nos ringues do Pride. Confira o recado do faixa-preta de Renzo Gracie:
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INTRODUÇÃO
Atualmente grandes questionamentos surgem em relação ao tratamento dos autistas. Esta problemática se torna ainda mais evidente quando tentamos entender o autista no seu íntimo. A dificuldade de criar um laço afetivo ou até mesmo de um simples relacionamento é um fato marcante.
Em alguns estudos observou-se que as atividades de cunho inter e intrapessoais podem auxiliar na criação de uma relação sócio-afetiva com indivíduos autistas; (GARDNER, citado por ANTUNES, 1994).
Essa relação afetiva se dá através da comunicação interpessoal que visa entender o autista em seu interior.
Uma das principais formas de se obter uma comunicação com o autista é através do contato físico. Porém, deve haver cautela a esse tipo de aproximação, pois estes indivíduos demonstram grande hostilidade a esta ação.
Uma atividade que talvez possa facilitar a aproximação do autista com um profissional e posteriormente com outras pessoas é o Jiu-Jítsu. Esta modalidade promove forte contato físico, o que pode facilitar o diálogo corporal, porém com muita adaptação.
Em cinco anos de prática do Jiu-Jitsu e observação das aulas para grupos infantis, foi fácil perceber como esta luta poderia ser utilizada também no ambiente escolar, objetivando o desenvolvimento psicomotor.
Para entendermos melhor esta ligação entre a luta e a patologia precisamos de um conceito particular sobre cada uma, de forma a tornar possível estabelecer parâmetros sobre a relação: Jiu-Jitsu x Autismo.
O AUTISMO
Autismo é uma deficiência mental que interfere gravemente nas relações intra e interpessoais de um indivíduo.
O portador de autismo se nega a comunicar-se através de diálogo ou contato corporal. Possui uma característica anti-social, recusando a troca de olhares e o afeto. Esse comportamento inibe a comunicação interpessoal tornando restrita a convivência social. A consciência corporal e orientação espacial, assim como outras funções psicomotoras, também são afetadas pelo quadro do indivíduo autista, além de na maioria dos casos apresentarem comportamento agressivo e grande descontrole da sexualidade.
O tratamento utilizado normalmente é realizado através de sessões psicoterápicas individualmente. As respostas só são obtidas em longo prazo e após muita persistência.
O JIU-JITSU
O Jiu-jitsu começou muitos anos atrás, na Índia, época de Buda. Os monges budistas viajavam muito e eram saqueados. Para evitar isto, eles inventaram uma forma de defesa, daí nasceu o jiu-jítsu. Jiu-jítsu ao pé da letra significa arte suave e tem três princípios básicos: a técnica, a alavanca e a base. Depois da Índia foi para a China e posteriormente para o Japão. No Japão, deu um grande salto, tornou-se conhecido como é hoje em dia. Do Japão veio para o Brasil em 1914 através do lutador Mitsuyo Maeda.
Os lutadores da tradicional família Gracie aprenderam Jiu-Jitsu com Maeda e vieram para o Rio de Janeiro montando a primeira academia brasileira de jiu-jitsu. De lá para cá o jiu-jitsu foi muito aperfeiçoado por eles. Os Gracies eram Carlos, Gastão, Helio, e outros, sempre fazendo um marketing muito agressivo desafiando todos para mostrar eficiência da arte do jiu-jítsu. Helio Gracie aperfeiçoou o jiu-jitsu de tal forma que deu condições para que uma pessoa magra pudesse lutar contra uma pessoa grande e forte, tornando-se o pai do jiu-jitsu brasileiro.
A arte propõe o forte contato físico, o respeito pelo adversário e pelos seus próprios limites, conhecimento corporal e autocontrole através de movimentos onde os oponentes iniciam a luta em pé e conseqüentemente terminam no solo.
Uma das grandes vantagens oferecidas pelo Jiu-Jitsu, principalmente no trabalho com crianças, é o desenvolvimento psicomotor. Durante a luta a pessoa é capaz de desenvolver a coordenação espaço-temporal, esquema corporal e ritmo (respiração), além de melhorar algumas valências físicas: agilidade, força, resistência.
JIU-JITSU E AUTISMO
Inicialmente vimos que o autismo requer um olhar especial no campo sócio-afetivo. Percebemos também que o Jiu-Jitsu promove o contato físico, o respeito pelo outro, autocontrole e conhecimento dos limites do próprio corpo.
A partir desta análise é possível comparar as diferenças particulares entre a luta e a patologia em questão. Tal observação pode nos possibilitar a criação de um programa que torne o Jiu-Jitsu parte de um tratamento para esses indivíduos.
Partindo dessa proposta, o passo inicial é detectar o quanto esta modalidade pode realmente auxiliar no tratamento dos autistas, possibilitando a possível criação de um protocolo e a mensuração de resultados, a fim de diagnosticar a influência do Jiu-Jítsu na resposta interpessoal desses indivíduos.
0 comentariosRodrigo Brívia é o professor de ginástica olímpica que emocionou o Brasil durante reportagem exibida no Esporte Espetacular, na Rede Globo. Entre as dezenas de alunos do professor Rodrigo, há inúmeros autistas. Com muito carinho e um jeito especial de se relacionar com as crianças especais, ele vem conseguindo alcançar excelentes resultados no trabalho com os autistas.
Esta semana levei o Ruyzinho na Academia Body Tech, no shopping Citta América, na Barra da Tijuca, Rio. O encontro com o tio Rodrigo foi emocionante. Vejam as fotos:
Clique abaixo para continuar vendo as fotos:
No mês de dezembro o programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, mostrou uma reportagem emocionante. O repórter Regis Rosing, descobriu uma academia, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, que vem desenvolvendo uma nova forma de contato com os autistas, a Ginástica Olímpica. Quem comanda a atividade física é o professor Rodrigo Brívio.
Para ver a matéria do Esporte Espetacular, acesse a categoria: Autismo e Esporte ( ao lado direito do site).
Estive hoje na academia Body Tech levando o Ruy para conhecer o amigo dos autistas, Rodrigo Brívio. Conversamos sobre o método que ele utiliza e sobre a repercussão causada pela reportagem. Rodrigo me contou que há 80 autistas na fila de espera para passar pelo treinamento. Ele me disse ainda que uma escola de Manaus já o procurou para implantar o modelo de interação com as crianças. Ele topou o convite. Só falta definir data.
Veja as fotos de Ruyzinho com o professor Rodrigo.
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